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terça-feira, 13 de abril de 2010

Perfil Leilane e MONOGRAFIA


Meu nome é Leilane Nunes Rodrigues Alves, nasci em Rio Verde no estado de Goiás, mas moro em São Paulo há 4 anos. Tenho 23 anos.

Meus hobbies são: ir ao cinema, passear com meu cachorro, sair com os amigos, ficar com meu namorado, ficar com minha família, ouvir música e fazer exercícios.

Tenho um irmão médico e uma irmã farmacêutica, ambos formados por faculdades públicas.

Já morei em 4 cidades diferentes, além de São Paulo e Rio Verde ainda tem Uberaba e Ribeirão Preto, e essa experiência me trouxe um conhecimento relevante sobre as regiões.

Já viajei pra boa parte do nordeste brasileiro e também para lugares como Chapada dos Guimarães, Florianópolis, Gramado, Canela, Balneário Comburiu.


Exercício três textos

A propaganda e o marketing tradicional estão cedendo lugar a algo novo e diferente que vai além do comunicar-se, mas que trás para o consumidor uma experiência inovadora que cria valor superior para o cliente.

Muitas empresas e principalmente agências demoraram a entender que o simples comercial caro de televisão deixou de ser suficiente, e que os consumidores estavam mais exigentes a algo que lhes chamasse a atenção, e também estavam fartos de comunicações totalmente traduzidas.

Contribuindo com a obsolescência da forma de comunicação tradicional está o constante desenvolvimento de novas tecnologias, abrindo portas para novas formas de comunicar-se com o consumidor e distanciando cada vez mais o tradicional do essencial.

Prefácio

Antes mundo era pequeno, porque terra era grande

Hoje mundo é grande, porque terra é pequena

A globalização é um dos processos de aprofundamento da integração econômica, social, cultural, política, que teria sido impulsionado pelo barateamento dos meios de transporte e comunicação dos países do mundo. É um fenômeno gerado pela necessidade da dinâmica do capitalismo de formar uma aldeia global que permita maiores mercados.

Isso fez com que as comunicações se tornassem internacionais também, tendo sua face mais visível na internet, a rede mundial de computadores, que permitiu um fluxo de troca de idéias e informações sem critérios na história da humanidade. Se antes uma pessoa estava limitada a imprensa local, agora ela mesma pode se tornar parte da imprensa e observar as tendências do mundo inteiro, tendo apenas como fator de limitação a barreira lingüística.

Diante dessa transformação global aliada com as constantes inovações tecnológicas, ficou quase impossível basear seus esforços publicitários apenas em anúncios comuns de televisão.

Com a mudança dos veículos de comunicação, veio também a dificuldade de comunicar-se neles, pois a maneira comum não era mais eficaz, nem nos meios antigos, nem nos novos. Assim foram surgindo maneiras novas de fazer publicidade, atendendo a um consumidor também em constantes mudanças e cada vez mais exigente. Foi nesse contexto que Bill Bernbach surgiu com sua nova forma de fazer propaganda.

Segundo ele a propaganda é fundamentalmente persuasão, e a persuasão é mais arte do que ciência, enquanto muitos publicitários acreditavam pelo poder da redundância, Bernbach sentia que os consumidores estavam mais aptos a responder para a inovação. O impacto de um anúncio, ele raciocinava, é o resultado direto de quanto novo e original ele é, por que você reage com mais força a alguma coisa que você nunca viu ou ouviu antes.

Em 2003 surge Steve Heyer, com uma nova concepção de propaganda e marketing. Alegando que o produto vendido não pode apenas satisfazer as necessidades do consumidor que o adquire, mas sim agregar valor na vida desse consumidor, trazendo junto com a compra uma experiência da qual o consumidor necessitará tanto quanto, ou mais do que o próprio produto.

Ele defende a idéia de que o consumidor possui gostos dinâmicos e fidelidade passageira com tendências inconstantes, e por isso um simples produto pode não satisfazê-lo, mas o produto aliado a sensações e experiências originais pode fazer com que o consumidor fidelize-se a sua marca e ao seu produto. Além disso, ele passa a ser um promovedor da marca, pois não apenas adquire o produto, mas também usa camisetas e bonés com logo, canta as músicas relacionadas ao produto, fala bem sobre ele, etc.

Assim Steve Heyer afirma que seu produto, a Coca-Cola não é uma bebida, é uma idéia. Como grandes filmes, como grandes músicas. Coca-Cola é uma sensação.

E todas essas mudanças obrigam publicitários a mudar de estratégias, pois os empresários não estão mais satisfeitos com a comunicação apenas, eles querem idéias novas para satisfazer seu público. Muitas agências tradicionais e famosas dos Estados Unidos acabaram por perder seus clientes para novas agências com um discurso inovador e campanhas diferentes.

Linda Kaplan Thaler explica que antigamente criatividade era "pense dentro da caixa". Depois passou a ser "pense fora da caixa". Agora “não existe mais caixa.

A comunicação nunca pode ser pensada como algo não dinâmico, pois ela sofre constantes mudanças, assim como a tecnologia e assim como seus consumidores.

Nenhuma mudança na comunicação permanece intacta, ela se reinventa a cada dia e cabe aos publicitários e aos empresários estarem atentos a elas, pois o consumidor esta cada vez mais exigente e esperas que suas expectativas sejam satisfeitas.

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