Cartaz Descola Tudo

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terça-feira, 13 de abril de 2010

Perfil Bruna e MONOGRAFIA



Meu nome é Bruna Briganti, tenho 19 anos e sou natural de Piracicaba, interior de São Paulo. Sou comunicativa e adoro fazer novas amizades, mas também sou uma menina tímida e bem apegada a família. Adoro fazer atividades físicas, mas nenhuma específica. Já experimentei sapateado, dança contemporânea, artes circenses, jazz, hidroginástica, natação e ballet. Atualmente, me mantenho firme e forte na academia, mesmo nunca se esquecendo das duas ultimas atividades que mencionei. Amo ler, e meu único tesouro é a minha coleção do Diário da Princesa que eu leio até hoje e pretendo dar de presente para minha filha, quando eu tiver uma. Também adoro cozinhar, mas receitas inventadas por mim. Estou longe de ser a pessoa mais organizada do mundo, mas sou responsável, principalmente com os estudos e objetos de outras pessoas. Tenho 2 irmãos e meus pais dizem que nós 3 somos diferentes um do outro em tudo. Sou loucamente apaixonada pela minha mãe e sou a melhor amiga do meu pai. Estudei a vida inteira no Anglo, lá em Pira, onde eu passei os melhores anos da minha vida, POR ENQUANTO...


Paixões que marcam...

Que se vive mil anos em apenas um minuto é a sensação que todos nós temos quando queremos que o dia tenha mais horas, ou quando reclamamos que o tempo passa cada vez mais rápido.

A necessidade de se adequar a tantas mudanças e a tamanha velocidade nos fazem mais humanos, muito mais ansiosos e certamente exigimos cada vez mais criatividade!!!

Inovação e Criatividade não são a mesma coisa. Criatividade é pensar coisas novas, inovação é fazer coisas novas e valiosas.

Nesse mundo de mudanças “velozes e furiosas”, a adaptação dos seres humanos não é a principal preocupação. Neste quesito parece que somos bastante vitoriosos, nossa expectativa de vida é cada vez maior. Entretanto, junto com essa expectativa de vida, surgem cada vez mais expectativas em relação ao que é capaz de despertar nosso interesse.

Ao mesmo tempo em que tudo parece estar dito e em que para tudo parece existir um estudo, as demandas humanas surgem e ressurgem numa velocidade ímpar, fazendo com que tudo aquilo que já existe tenha que ser recriado nos mais diversos momentos para continuar atraindo o expectador.

E a publicidade? Como fica nessa história?

Nos dias de hoje, as agências, em seus anúncios, devem tomar cuidado com as idéias criativas, porém convencionais. Devem, antes de qualquer coisa, acompanhar as tendências atuais. Isso porque, com os avanços tecnológicos, os consumidores passaram a ter mais contato com a diversidade e com suas possibilidades, o que os torna mais exigentes. Além disso, neste mundo de tantos bits por segundo, os clientes passaram a captar as mensagens de forma diferente, a aceitar melhor, e até buscar elementos mais originais em cada um dos mesmos produtos consumidos. E além de todos esses aspectos, hoje os consumidores têm a habilidade de editar e até mesmo evitar a propaganda.

Por isso, grandes marcas estão buscando se manter fixas na mente das pessoas através das sensações únicas que podem proporcionar aos seus clientes: muitas vezes, e na maioria delas, sensações únicas na vivência das mesmas idéias.

Assim, tomar coca-cola precisa ser mais que tomar um líquido que refresque. Tomar coca-cola deve ser uma sensação, uma vivência. Um momento único que sacia o desejo não apenas de beber um refrigerante, mas de saber estar consumindo um produto confiável, de qualidade, status e poder. Tomar coca-cola deve ser a construção de uma comunicação que nutre o consumidor.

Qualidade, poder e status são idéias que cada marca tenta transmitir ao seu cliente em potencial. Entretanto, transformar um potencial numa realidade, e atualmente, numa realidade contínua e duradoura, requer mais que isso. Requer uma relação transparente, em que não apenas o desejo, mas toda a completude do cliente sejam sempre saciados.

Assim, dia a dia o cliente deverá se apaixonar pela marca que consome. Do mesmo modo que numa relação amorosa, o cliente deseja receber presentes de surpresa ao mesmo tempo em que não admite ser massacrado em sua individualidade. Precisa que seu espaço seja respeitado, ao mesmo tempo em que exige do produto que este lhe traga uma sensação de libertação e abrangência.

Cada vez mais, as empresas e as agencias estão enxergando a importância do Marketing de Experiência, isto é, tornar a compra do produto uma ação agradável e prazerosa; dar ao cliente a sensação de estar levando para casa muito mais que um produto, mas um conteúdo. Nesse sentido, conhecer a cultura popular, aproximar-se do mundo real, distanciando-se dos moldes pré-estabelecidos pela teoria é mais que primordial.

O principio fundamental do Marketing é agregar valor ao cliente, do Marketing de Experiência é integrar o cliente ao produto, e dessa forma, tornar a marca tangível. Por esse caminho, para ganhar espaço na mente e nos corações dos clientes, as empresas precisam de estratégias cada vez mais inovadoras, e o grau de exigência para com as agências se tornou muito maior.

Os anúncios deverão ter mensagens não declaradas, que desafiem nossa imaginação e inteligência, que nos façam capazes de dialogar com o mundo que se apresenta, tornando-nos seu parceiro. Para isso, intuição e subjetividade, hoje não somente são valorizadas, como se mostram essenciais. Nos dizeres de Bernbach: “você pode criar grandes trabalhos isolando um só e atrativo ponto, e você pode dar a ele uma ressonância emocional colocando imagens e palavras juntas de formas inesperadas.”

O desafio da atualidade é o compartilhamento, a interação, não apenas visando a superação das tensões criativas e econômicas que são parte inerente dessa convergência de conteúdo e negócios, mas principalmente conseguindo criar mais valor para o consumidor, ou para quaisquer co-participantes de uma negociação.

Assim, as idéias que sempre permearam as histórias contadas nos filmes, os conteúdos transmitidos nas músicas, as sensações vivenciadas nas propagandas de TV não deverão ser mais apenas propriedade intelectual, deverão, sim, ser compreendidas e transmitidas como capital inicial. Para isso, valores deverão ser adicionados, velhas relações deverão ser reconstruídas e novas relações precisarão ser construídas.

Valores podem ser transformados, sensações podem ser passageiras, mas a emoção do interdito permanece. A questão da confiabilidade, saúde, preço baixo... devem ser ratificadas na mente, que se caracteriza pela eterna busca pela qualidade e por um objeto para suas paixões.

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