Cartaz Descola Tudo

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terça-feira, 13 de abril de 2010

Perfil Filipe e MONOGRAFIA



Meu nome é Filipe Caetano e Araujo, moro em Santos e tenho 18 anos.

Meus Hobbies são: Jogar futebol, basquete, tênis, ouvir e tocar música (pop rock, rock, folk, etc.), tocar bateria, violão, fotografia.

Minhas atividade exótica é colecionar.

Tenho conhecimento de Línguas: Inglês (fluente), Francês (intermediário), Mandarim (básico), Espanhol (Básico).

Minha experiência profissional é: representação comercial da editora Abril e ensino de inglês.

Minha experiência Internacional é: Morei 3 meses na Suíça, 1 mês na Turquia, 2 semanas na Grécia, além de já ter viajado aos Estados Unidos, França, Alemanha, Bélgica, Espanha, Holanda, Itália e Reino Unido.

A INOVAÇÃO CRIATIVA

1. A CRIATIVIDADE

Os termos inovação e criatividade têm sentidos parecidos, mas são diferentes em sua essência. A criatividade é algo que nasce com o indivíduo. É inerente a todo ser humano, e cabe a este a potencialização dos seus recursos criativos. É comprovado o fato de que aproximadamente 98% das crianças de três a cinco anos de idade são altamente criativas. Como explicar então porque apenas 2% das pessoas com mais de 25 anos o são? As pessoas, com o passar do tempo, deixam de potencializar sua criatividade ao se preocupar com coisas pontuais.

“No livro Breakpoint and Beyond: Mastering the Future Today (1992), George Land e sua colega Beth Jarman concluíram que aprendemos a ser não-criativos. O declínio da criatividade não é devido à idade, mas aos bloqueios mentais criados ao longo de nossa vida. A família, a escola e as empresas têm tido sucesso em inibir o pensamento criativo. Esta é a má notícia. A boa notícia é que as pesquisas e a prática mostram que este processo pode ser revertido; podemos recuperar boa parte de nossas habilidades criativas. Melhor ainda, nós podemos impedir este processo de robotização.”¹

O fragmento do texto acima se refere ao que digo. É possível ao homem ser criativo. Aliás, ele essencialmente o é, muito embora perca esta condição ao se esforçar em perdê-la. É como enxergar; todos nós nascemos enxergando, mas se permanecermos de olhos fechados por anos, conseqüentemente perderemos esta habilidade, que deveria ser normal em nossa vida. É isso o que fazemos com nossos olhos criadores, apenas os fechamos para nos ocupar com outras coisas, e quando menos esperamos já não enxergamos mais. A boa notícia é que podemos ainda abrir os olhos. Seqüelas ficarão, mas podemos gradativamente voltar a enxergar.

Felizmente, existem inúmeras [empresas que priorizam a criatividade] em diversos ramos de atividade. Eu vou citar apenas duas que são conhecidas do grande público. Uma delas é a Gillette, que cria, desenvolve conceitos e produtos altamente criativos. Quer um exemplo que vem fazendo sucesso há mais de 30 anos? O barbeador descartável. Veja quantos tipos, quantos milhões de unidades já foram vendidas e ainda serão. Outro exemplo: a 3M; 30% do lucro desta empresa é originado de produtos com menos de quatro anos de vida. Veja quantos produtos inovadores e de altíssimo sucesso a 3M lançou. Mas a demanda por pessoas criativas não se restringe a desenvolvimento de novos produtos, marketing ou propaganda. As empresas precisam de pessoas criativas na contabilidade, na administração, na fábrica, na expedição, para pensar diferente e mudar as coisas para melhor. Precisam também de pessoas criativas na área de recursos humanos para criarem o desenvolvimento das pessoas, melhorar os planos de benefícios e muito mais.”³ (Antonio Carlos Teixeira da Silva, conferencista e consultor em criatividade e inovação).

É interessante notar no testemunho acima que a criatividade é necessária não apenas no setor de criação de uma grande empresa, mas em todas as demais. O mercado de trabalho cada vez mais busca por pessoas criativas e interessadas no crescimento físico e não-físico da empresa, o que dá o suporte necessário para que os respectivos responsáveis pelo desenvolvimento criativo em si tenham condições de exercer seu trabalho em seu maior potencial.

A inovação, por sua vez, é esta potencialização da qual falo. É aplicar a criatividade no objetivo de trazer algo diferente e original. “Inovar é desenvolver uma criatividade com uma utilidade” (Walber Nunes)². Objetos hoje banais para o homem já foram inovadores; houve um dia em que coisas atualmente vistas como naturais foram criadas e colocadas no mercado, processadas por alguém criativo e inovador. E se a criatividade nasce com a pessoa, o mesmo não pode ser dito sobre o processo inovativo. Ele é uma habilidade desenhada com o tempo no ser humano, condensada a partir de experiências vividas e estudo contínuo das tendências de mercado. A inovação é algo profissional, e a criatividade é algo intelectual. As duas juntas fazem uma dupla imbatível: a inovação criativa.

2. A INOVAÇÃO

Está certo o que a frase diz: “inovar é viver”. Acredito, no entanto, que o contrário seja mais correto: viver é inovar. Talvez porque certo produto necessite da inovação para que se destaque, se posicione e ganhe mercado em certo segmento. Está confirmado que produtos inovadores tendem a se colocar na frente de outros que são apenas os mesmos, ou cópias dos primeiros.

A inovação é importante para a sustentabilidade dos negócios e empresas no mundo atual globalizado. Hoje em dia, é comum haver a substituição dos departamentos de pesquisa e desenvolvimento nas empresas por divisões de inovação, às vezes até com criação de cargos como o de presidente de inovação. Essas alterações simbólicas mostram uma nova maneira de gerenciar a mudança da organização, na qual o pioneirismo nos produtos e processos é efetiva matéria de competição. A inovação é tratada como parte integrante das empresas, sendo ela necessária para o desenvolvimento econômico das mesmas.

Outro fator preponderante sobre a inovação é o de que o processo vem se caracterizando cada vez mais pelo coletivo ao invés do individual. Acabou-se o antigo mito no qual que as pessoas se trancavam sozinhas em uma sala para ter idéias geniais. Hoje, o processo inovativo deve conter várias mentes criativas pensantes, com capacidade técnica e mercadológica suficientes para criar algo em conjunto.

Há também uma crescente valorização da inovação no mercado de trabalho dos dias atuais. A inovação tem sido entendida e colocada como fundamental no sucesso e continuidade das empresas no mundo todo, é visível a importância desse fator para dirigentes de grandes companhias.

3. A INOVAÇÃO CRIATIVA

“A criatividade participa dos processos produtivos organizacionais, de modo que deva existir um ponto de equilíbrio que satisfaça a visão empresarial. É importante salientar que a criatividade sem ações empreendedoras será apenas uma simples ‘idéia’ sem vantagens lucrativas.”² (Walber Nunes).

A combinação desses dois elementos é algo que fortalece e muito o sistema operacional das empresas e agrega um valor impressionante a novos produtos e serviços. Idéias sozinhas não fazem nada, e o estudo mercadológico traz apenas uma base sólida para que essas idéias se manifestem, adquiram vida e façam a cabeça de milhares de pessoas, os consumidores, que são o motor que a tudo faz funcionar.

Não existe fórmula mágica para que dê certo o que chamamos aqui de inovação criativa, muito embora consideremos a adição desses fatores um agregador de valor ao processo de lucratividade de uma empresa. Esse é o volante do carro, o alimento que faz o corpo da companhia crescer e se fortalecer dentro do cenário competitivo atual em que vivemos.

4. CONCLUSÃO

Analisados os pontos implicantes de minha análise, acredito que este tema esteja em plena ascensão nas empresas, universidades, rodas de amigos e em todos os outros grupos possíveis. É relacionado cada vez mais com todas as áreas da sociedade, que está em constante crescimento e expansão. O mercado muda a cada dia, novas tendências surgem e novos profissionais também. Cabe ao bom funcionário o estar conectado a este assunto, com o seu cérebro funcionando a todo o vapor, para que assim os desafios de um ambiente cada vez mais exigente sejam superados e batalhados, sabendo-se, porém, que no futuro deverão ser revistos e re-atualizados, no ciclo interminável da inovação criativa.


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